O Aniversário do Bairro Cidade Vista Verde - 43 anos 

 Dia 20 de março/2016 

Resumo da História do Bairro Vista Verde – 43 anos... Parabéns!!!

Como tudo começou

Em 12 de outubro de 1972, esteve em visita a São José dos Campos, uma comitiva de empresários americanos, ligados ao poderoso Grupo Rockfeller, com o objetivo de comprar uma grande área, onde pudessem construir 6.000 residências de padrão classe média e classe média alta.

 

O então Prefeito Municipal, Sr. Sérgio Sobral de Oliveira, recebeu a comitiva e levou-a para almoçar no melhor e tradicional restaurante da época, o famoso "Santa Helena", localizado na rua 15 de Novembro.

 

Após o almoço, a comitiva dirigiu-se ao C.T.A. - Centro Técnico Aeroespacial e, de helicóptero, sobrevoaram as áreas mais apropriadas para a construção das referidas residências.

 

Os bairros de Santana e Vila Dirce (zona norte) não foram aprovados por serem áreas de muitas elevações (área montanhosa). A seguir rumaram para a Zona Sul da cidade, região do Jardim Satélite onde, na época, já estavam sendo construídas centenas de casas populares. Também não se decidiram por essa região.

 

A última área sobrevoada foi a saída da cidade (zona leste), no sentido Rio de Janeiro. Localizaram ali, no lado direito da Rodovia Presidente Dutra, na altura do km. 120, uma grande extensão de terras,  classificada como zona rural, e pertencente à antiga Fazenda Santa Fé. Esta área de terreno tinha como divisas o atual Jardim Diamante (na época, uma pequena vila com aproximadamente 100 residências), Jardim Motorama, Jardim São Vicente, Jardim Nova Detroit e Jardim Americano (com um total, mais ou menos, de 500 residências).


Início da construção do bairro

No mês de outubro de 1972, depois da compra da área aprovada, foi contratada a empresa Sociedade Nacional de Engenharia, de São Paulo, que na época também trabalhava na construção do primeiro metrô da capital paulistana. Juntamente com a empresa SERVENG, de São José dos Campos, começaram os serviços de terraplenagem, com a demarcação das ruas e dos lotes para construção das casas.

 

Em novembro de 1972, foi montada a 1ª casa, feita de argamassa mista batida, na atual Praça Nossa Senhora da Soledade, que serviu de escritório e depósito de materiais de construção. O início da construção do bairro foi muito difícil, devido à falta de água, que era transportada em caminhões pipa.

 

Os compradores eram da classe média, principalmente funcionários da EMBRAER, GENERAL MOTORS, PHILIPS, ERICSON, CTA-INPE, KODAK, JOHANSON e PETROBRÁS. Naquela mesma ocasião, a PETROBRÁS estava iniciando a terraplanagem e as fundações para a construção do 1.º Polo Petroquímico  da Região, que seria posteriormente a atual REVAP - Refinaria do Vale do Paraíba. A procura pelas casas foi tanta, que os operários trabalhavam até aos domingos e feriados.

 

Todos os materiais de infra - estrutura, telhas e tijolo baiano, foram fornecidos por Campinas e Volta Redonda. A cal vinha de Santa Catarina, o cimento de São Paulo e Minas Gerais. Areia e pedra britada do Vale do Paraíba.

 

A refinaria Henrique Lage já estava em ritmo acelerado, trabalhando dia e noite. As chaves das primeiras 100 (cem) casas foram entregues no dia 20 de março de 1973, com grande festa e queima de fogos.

 

Criação da infra-estrutura do bairro

Todos os materiais de infra - estrutura, telhas e tijolo baiano, foram fornecidos por Campinas e Volta Redonda. A cal vinha de Santa Catarina, o cimento de São Paulo e Minas Gerais. Areia e pedra britada do Vale do Paraíba.

 

Conforme a liberação dos lotes feita pela Prefeitura e pela Caixa Econômica Federal, começou a infra - estrutura, isto é, a rede de esgotos, água, guias e sarjetas, iluminação pública. O asfalto viria depois.

 

No mesmo ano de 1973, foi iniciada a construção da caixa d'água para a Vista Verde. I. Em 20 de fevereiro de 1973, a Refinaria Henrique Lage - PETROBRÁS/REVAP, iniciava os serviços de terraplenagem. Mais tarde, seus funcionários reservavam casas na Vista Verde para serem compradas. Muitos compradores faziam suas reservas na planta, sem conhecer o local.

 

No final do ano de 1974, a Vista Verde tinha 540 casas prontas e entregues. No mesmo ano, a caixa d'água com poço semi-artesiano começava a jorrar água, considerada a melhor de São José dos Campos. A caixa d'água elevada tem 200 mil litros e a subterrânea tem capacidade para 700 mil litros, para aproximadamente 1000 residências.

 

Ainda em 1974, deu-se início à construção do Clube Vista VerdeOs primeiros moradores da Vista Verde, tinham o direito de freqüentar o clube, enquanto o mesmo fosse administrado pela IBECASA. No mesmo ano, várias obras foram iniciadas, como a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) e a construção do viaduto que interliga a Vila Industrial com o Bairro Vista Verde, sobre a Rodovia Presidente Dutra.

 

Em Janeiro de 1975, terminou a construção da Vista Verde I (1a. Etapa), que inicia na Rua Venezuela e segue até a Rua Curaçao, onde está construída a casa de nº 1000. Neste mesmo ano já começava a funcionar uma linha de ônibus, que fazia o trajeto das ruas Venezuela, Estados Unidos, México e Argentina. Mais tarde foi retirada esta linha, por reclamação de vários moradores.

 

No ano de 1976 tivemos ainda a inauguração do Viaduto da Vista Verde como também o sistema de tratamento de esgoto. Na divisa das ruas México, Curaçao, com Buenos Aires existia uma nascente de água potável, que forma um córrego, que antigamente era levada por intermédio de bombas até a sede da fazenda, hoje Condomínio Residencial Floresta.

 

Em 1980, começou a funcionar a Estação de Tratamento de Esgoto, como também teve início a construção da segunda etapa do Centro Comercial, entre as ruas Malvinas, Filipinas, Belize e Santa Fé.

 

Construção das Escolas e Fundações do Bairro     

Em 20 de fevereiro de 1972, iniciaram as fundações da Escola Municipal, hoje EMPG Prof. Waldemar Ramos, na rua México.

 

Em Dezembro de 1974, abriram as primeiras matrículas para as crianças do bairro, alunos de 1ª à 4ª série, com 4 salas de aula, na Escola Municipal Prof. Waldemar Ramos. Vários diretores passaram por esta escola, mas tiveram presença marcante principalmente as Sras. Márcia Luzia Camargo Pereira, a primeira diretora, e Sra. Tomoyo Wagatsuma. A escola tinha atividades também aos sábados e prestava-se culto á Bandeira cantando-se o Hino Nacional.

 

A primeira Associação de Pais e Mestres da escola foi presidida pelo Sr. José Antonio Ribeiro, morador do bairro, e foi formado o Centro Cívico Escolar, para aulas de trânsito, saúde, ciências, religião e educação moral e cívica.

 

Na Rua Chile nº 74, nasceu o primeiro Centro de Recreação e Educação Infantil Maternal e Pré - escola Jardim Encantado, tendo como proprietário o casal Wolney de Barros Leite e Maria Teresinha, hoje proprietários das Escolas Walter Fortunato e Catatau. Posteriormente o Jardim Encantado foi adquirido pela prof. Yara, vindo a chamar de Escola Carlos Drummond de Andrade, hoje fechada.

 

Ainda em 1974, deu-se início à construção do Vista Verde Clube. Os primeiros moradores da Vista Verde, tinham o direito de freqüentar o clube, enquanto o mesmo fosse administrado pela IBECASA. Posteriormente, o Clube Vista Verde foi adquirido pela SAVIVER e pertence a todos os moradores do Bairro Vista Verde. No momento, foi cedido, em caráter precário e provisório, para a AMAVIVER - Associação dos Moradores Aposentados do Vista Verde, entidade ainda não regulamentada, presidida pelo Sr. Oséas de Moraes, mais conhecido como "Senhor Moraes", ex-presidente da SAVIVER.

 

Em 1981, a escola EMAK iniciou suas atividades na Vista Verde e tornou-se conhecida como Cantinho do Cererê.

 

Em 1991 foi inaugurada a Escola Estadual Ana Herondina Soares Schyshof, na Rua Cidade de Washington na Vista Verde II pelo Sr. Pedro Ives então prefeito de São José dos Campos.

 

Construção do Centro Comercial

Em Janeiro de 1974, iniciou-se a construção do Centro Comercial na Rua Argentina, com várias salas para açougue, farmácia, dentista, bar, padaria, restaurantes e até um posto médico com o objetivo de atender as primeiras necessidades dos moradores.

 

Em agosto de 1974, foi inaugurado o Centro Comercial Vista Verde - I, com 18 lojas. A primeira delas foi o bar do senhor Hélio Sette, apelidado de "O Corinthiano", localizado no mesmo lugar até hoje. Ali ele educou e criou seus filhos, com sua esposa dona Teresinha, mulher de uma fibra insuperável. Sr Hélio faleceu em 2002. As demais lojas foram: restaurantes, dentistas, farmácia, quitanda, centro médico, etc.

 

Ao lado do Centro Comercial I, existia a Granja do Sr. Yoshiaki Kano, popularmente conhecido como "Paulo Tanaka", dividida por uma cerca de arame farpado. Ali mais tarde seria o Centro Comercial II, com desmembramento das ruas Malvinas, Filipinas , Belize e Santa Fé.


Construção das Igrejas do bairro

Em agosto de 1973, foi construída uma igreja católica de madeira, na Rua 2 (Rua Colômbia). O bairro tinha nesta fase, cerca de 200 moradores. As reuniões dos moradores eram realizadas na capela de madeira na Rua Colômbia.

 

Semanalmente, os moradores se reuniam com o pároco da Vila Industrial, Pe. José Edward Padoam, estudando a melhor maneira de arrecadar fundos para a construção da futura Igreja. Dentre diversas atividades, houve churrasco em 22 de julho de 1973, coordenado pelo casal Camilo Antonio e Célia Rimbant, para arrecadar verbas para a construção.

 

Depois de vários bingos e quermesses realizados em frente à igreja de madeira, na Rua Colômbia, iniciou-se a construção da atual Igreja de N. S. da Soledade, na praça central do bairro, ao lado do Centro Comercial – I, hoje denominada Praça Nossa Senhora da Soledade.

 

A IBECASA, no ano de 1976, comprava a área de terreno onde hoje está o Centro Comercial II, antiga Granja do Sr. Yoshiaki Kano, conhecido como "Sr. Paulo Tanaka". Neste mesmo ano, foi inaugurada a Igreja N. S. da Soledade, luta incansável do Padre Nelson junto à comunidade, organizada e representada pela SAVIVER. Ele era muito jovem e muito querido por todos. Periodicamente se reunia com jovens em frente à igreja, e ali jogavam bola, peteca, dominó, pulavam corda e outros jogos. A sua saída do Bairro Vista Verde foi muito sentida por todos nós.

 

A cruz montada dentro da igreja foi feita pelo saudoso Sr. Raimundo, paraibano, mareceneiro da IBECASA.

 

Tivemos ainda, em 1976, a inauguração do Viaduto da Vista Verde, como também a inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto do bairro (ETE-Vista Verde).


Curiosidades sobre o Bairro Cidade Vista Verde

A primeira criança nascida na Vista Verde foi Raquel. Seus pais, Alice e Narciso, moravam na Rua Argentina, casa de nº 170.

 

Na época da construção, havia conflitos entre os operários das várias empreiteiras, muitas casas a construir e falta de material básico.

 

Onde hoje está situada a Igreja N. S. da Soledade, era o alojamento dos operários da obra da construção do bairro. Em junho de 1974, vários operários ficaram doentes, devido a um surto de meningite aguda e foram levados à cidade de Tremembé para serem tratados. Quando lá chegaram, tiveram suas roupas queimadas para evitar contágio e passaram por rigorosos exames. Os que foram curados - por Deus - quando retornaram ao serviço, ganharam vários apelidos: Sucuri, Poeirinha, Meningite, Zé Bahia, Gaguinho, Salamanta, Pinguinha e outros.

 

No Centro Comercial, ao lado do Bar do Sr. Hélio, foi aberta, por certo tempo, uma funerária que, posteriormente, fechou porque no bairro não morria ninguém. Dizem que depois de três (3), após a falência pela falta de “clientes”, o proprietário, conhecido pelo alcunha de “papa-defunto”, acabou virando alcoolatra e morreu de cirrose, sem a notícia de qualquer óbito no bairro, constituído, na maioria, de casais ainda jovens.

 

Em 1981 ocorreu o primeiro acidente do bairro. Não havia ainda o viaduto, tínhamos um cruzamento na via Dutra. Foi vítima um fornecedor do bairro, que em sua Kombi transportava pães, leite, carne, verduras, etc.

 

Não tínhamos policiamento no bairro. Quando havia ocorrências entre os operários das obras, chamávamos o policiamento do C.T.A - Centro Técnico Aeroespacial, que providenciava o que necessitávamos


Moradores Ilustres do Vista Verde

Dentre tantas personalidades que residiram e residem no bairro, temos o saudoso ex-Prefeito Prof. Hélio Augusto de Souza, o ex-suplente de Vereador Dr. João Lúcio Teixeira, o ex-Vereador Prof. Benedito Siqueira, o atual Vereador e ex-Presidente da Câmara Municipal Dr. Macedo Bastos – Delegado de Polícia, o Dr. Robert Costa – ex-Diretor do Departamento de Serviços Municipais, o Dr. Emílio Alonso – ex-Diretor de Administração e Recursos Humanos da Prefeitura Municipal, o Dr. Luis Carlos Pêgas – ex-Diretor de Assuntos Jurídicos da Prefeitura Municipal e o Advogado Dr. Ubirajara Berna de Chiara Filho, ambos, ex-Presidente da OAB/SJCampos, entre outros que se destacaram na vida pública da nossa cidade.

 

Seu Zezinho e a Fazenda Santa Fé


Há cerca de 40 anos, a Vista Verde era uma grande fazenda, de nome “Santa Fé”. A área da Fazenda abrangia desde a Via Dutra (Jardim Motorama) até a Fazenda do Cajuru. Era uma mata fechada, de dar inveja a qualquer ecologista de hoje.

 

O Sr. José Vieira da Silva, mais conhecido como “Seu Zezinho” e sua esposa Dna. Maria Santana da Silva, chegaram à Fazenda Santa Fé (atual Bairro Cidade Vista Verde), antiga zona rural, em 1943, época de muitas dificuldades econômicas no país e no mundo. Vieram da cidadezinha de Joanópolis, interior de São Paulo e durante muitos anos, seu Zezinho foi capataz da Fazenda.

 

As atividades produtoras da fazenda eram: o leite e o queijo, vendidos na cidade e as uvas, para fabricação de vinho de marca Barão, de ótimo sabor, dizia Seu Zezinho.

 

Os proprietários da fazenda residiam em São Paulo, pessoas de grande poder econômico, inclusive possuindo hípica na capital.

 

Seu Zezinho logo recebeu o apelido de “exterminador de cobras”. A região era infestada por elas e diariamente animais eram picados. Contou ele que, certa vez, teve que atear fogo em parte do pasto, para acabar com a grande quantidade de cobras. Dentre as estórias de cobras que ele contava, há uma muito interessante e pitoresca. Seu Zezinho foi chamado por uma família, que trabalhava e morava na fazenda, para matar um rato, que estava dentro de um fogão de lenha velho. Não era um rato e sim uma enorme cobra cascavel, de 5 metros, com 38 guizos. Quem o ajudava nestas caçadas às cobras era o seu cãozinho e amigo Pituco, que ficava de rabo em pé quando localizava alguma peçonhenta.

 

Na sede da fazenda, hoje Condomínio Floresta, havia grande plantação de árvores frutíferas e as frutas eram doadas ao Sanatório Antoninho da Rocha Marmo e Hospital Geriátrico Vicentina Aranha. Ali ainda existem árvores com mais de 200 anos de idade, como mangueiras e jaqueiras. Ainda existe lá um poço com água puxada por um aparelho movido a vento, que muita gente não conhece.

 

A variedade de animais não domésticos que tinha na fazenda era tão grande que se poderia até montar um zoológico. Restou como lembrança daqueles tempos, as árvores e a sede da Fazenda, dentro do Condomínio Floresta, as mangueiras da Rua Buenos Aires e a mata que separa o Clube Vista Verde da Alameda Harvey C. Weeks.

 

Enquanto a Vista Verde crescia, o casal simpático e de bom coração continuava a morar na casa sede, como era chamada. Seu Zezinho tornou-se um funcionário da Ibecasa, zelando pela conservação do local até tornar-se o Condomínio Floresta. Quando as casas começaram a ser construídas no condomínio, ficaram acanhados pois sempre tiveram uma vida mais solitária. Mas fizeram muitos amigos. Seu Zezinho trabalhou na Ibecasa por uns 8 anos, e sofreu um derrame na casa onde sempre morou e que depois viu, com o coração apertado, ser demolida.

 

Na época, o funcionário da IBECASA, Adílson Tromboni, presenteou o casal com uma casa no Jardim Motorama, em virtude de tantos anos de bons serviços prestados.

 

Seu Zezinho faleceu e Dna. Maria mudou-se de São José, retornado para a cidadezinha de Joanópolis, onde nasceu e tinha parentes e conhecidos. O casal jamais imaginou que algum dia, naquela imensidão de terra onde moravam, seria construído um bairro tão grande, com toda infra-estrutura e tão bem organizado, como é a nossa Cidade Vista Verde.

 

 

Padrões das casas construídas

Conforme as casas iam ficando prontas na rua 18, atual Rua Argentina, iam sendo entregues aos seus proprietários.

 

Os tipos de casas eram conhecidos por letras:

 

  • Tipo A - 2 quartos, sala, cozinha e banheiro, terreno de 250,00 m2.

  • Tipo B - 3 quartos, sala, cozinha e banheiro, terreno de 300,00 m2.

  • Tipo C - 3 quartos, sala em L, dependências iguais à do tipo B, terreno de 320,00 m2.

  • Tipo D - 3 quartos, com 2 salas, suíte, dependência de empregada, terreno 350,00 m2.

  • Tipo E - 4 quartos, sendo um com suíte, sala com lareira, cozinha, 2 banheiros, dependência de empregada, terreno com 400 a 500 m2.

     

Os proprietários, aos poucos, foram personalizando suas moradias com aplicação de sinteco, pintura diferenciada, etc.

 

As ruas inicialmente registradas por números, passaram a levar seus nomes, que perduram até hoje, em homenagem aos países, capitais e principais cidades do continente americano.


O Bairro Vista Verde atual

Entre as reivindicações mais antigas dos moradores, estava a solicitação de uma agência bancária e áreas de lazer para o bairro. Com o esforço conjunto entre a diretoria da SAVIVER e prefeitura de São José dos Campos, em 8 de Julho de 2004 foi inaugurada a agência da Caixa Econômica Federal, na Av. Pedro Friggi para o atendimento de toda a Zona Leste da cidade.

 

Também foram inauguradas, quatro áreas de lazer, a saber: em 31 de Julho de 2004, a rampa de Skate da Rua Cidade de Lima foi reestruturada, a área reurbanizada e recebeu playground e iluminação; em Setembro de 2004 foi entregue pela prefeitura, a quadra poliesportiva da Praça das Américas, atrás da Caixa d’água, próximo à Rua Bogotá, com paisagismo, iluminação, bancos e lixeiras. Com a presença do Exmo. Sr. Prefeito Eduardo Cury, diversos Secretários e Vereadores, Sr. Paul Edman, gerente de Comunicação da Revap, Diretores da SAVIVER, Diretores das Escolas locais, Comerciantes, Sr. Alain Contal - Presidente do Lions Clube Vista Verde e população em geral, foi entregue em 04 de Julho de 2005, a área urbanizada na Rua Aparecida Dalprat Souza, próxima a Escola Estadual Ana Herondina, chamada então de Praça Julio Yoiti Shimabukuro, com paisagismo, pista de caminhada, mesas de jogos, playground e quadra poliesportiva. Entregue também pela prefeitura, em junho de 2005, a quadra poliesportiva com iluminação da área verde entre a Igreja N. Sra. da Soledade e a Rua Venezuela, próximo à caixa d’água, melhorando muito a segurança do local popularmente chamado de Campinho do Bébe.

 

Alavancando o aquecimento da economia na Região Leste, trazendo maior desenvolvimento, trabalho e renda o Bradesco instalou-se na Av. Benedito Friggi ao lado da Caixa Econômica Federal em 30 de Abril de 2008.

 

O Centro Comercial da Vista Verde foi incluído no roteiro gastronômico do Vale do Paraíba graças à indicação da “Truffas Doceria e Cafeteria” como uma das melhores casas de café e doces de São José dos Campos, conforme publicação na Revista Veja – Edição Especial de Maio de 2008, motivo de orgulho para os moradores do nosso bairro. A indicação coincidiu com o aniversário de 5 anos daquele estabelecimento, que está localizado na Rua Sta. Fé – Centro Comercial Vista Verde-1.

 

SAVIVER - Sociedade Amigos do Bairro Cidade Vista Verde

 

Missão: Constitui finalidade específica da “SAVIVER” a conjunção de esforços na verificação das necessidades, problemas e anseios dos moradores do Bairro Cidade Vista Verde, objetivando a busca de soluções, através de parcerias com outras entidades particulares e especialmente, com o Poder Público Municipal. 

Visão: Buscar a congregação dos moradores, para a cooperação e a integração entre os mesmos, o que se caracteriza principalmente por estimular o desenvolvimento social e melhoria da qualidade de vida da comunidade. 

Valores: Promoção da ética, da paz, dos bons costumes, da cidadania e dos direitos humanos; cooperação com a defesa, preservação e conservação do meio ambiente; comprometimento com a democracia, moralidade e de outros valores universais.